Maranhão ganhará presente com acordo de Alcântara22

  • 20 de setembro de 2019
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O projeto que trata do lançamento de satélites a partir da base de Alcântara, no Maranhão, o qual contém o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) assinado entre Brasil e Estados Unidos, é uma grande oportunidade para impulsionar o programa espacial brasileiro e oferecer investimentos que levem avanços socioeconômicos à região. O Maranhão ganhará um presente por, finalmente, ver funcionar de forma efetiva sua base, que perdeu mais de 20 anos de desenvolvimento, o que é inaceitável quando é almejada pelo mundo inteiro devido sua localização geográfica, considerada uma das melhores do mundo para lançar satélites. Também é importante levar em consideração que não há como negar que um acordo com os EUA, sendo este um país que domina a tecnologia no setor, não seja o melhor cenário do ponto de vista estratégico, econômico e social para o Brasil. A estrutura já existe e precisa ser utilizada de forma inteligente. Além da viabilidade comercial e de guardarmos as tecnologias norte-americanas utilizadas na base, temos a expectativa de que, nos próximos cinco anos, seja injetado na economia do estado um valor em torno de US$ 4 bilhões, o que vai movimentar a economia e, consequentemente, gerar empregos na região. O Brasil será colocado em outro patamar estratégico. O acordo trará progresso para a região e para o País, onde nunca teve um programa espacial bem aproveitado. Porém, toda mudança deve preservar a sustentabilidade. Alcântara é reconhecida oficialmente como um território étnico quilombola, protegido pela Constituição. É preciso haver respeito à população quilombola que vive na região e a preservação de sua cultura, bem como a geração de novas perspectivas. Parabenizo a bancada maranhense na Câmara dos Deputados por, desde o início, acompanhar de perto essa questão, com a intenção de tornar isso possível. Uma agenda que garanta o desenvolvimento do nosso Maranhão e de nossa Nação é, e sempre deverá ser, um compromisso de todos.222

Comissão aprova projeto de Gil Cutrim que cria programa para preservação dos rios maranhenses22

  • 19 de setembro de 2019
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Políticas nacionais voltadas ao meio ambiente estão entre os temas mais discutidos nos últimos meses no Brasil. Além do desmatamento, assunto em alta após as queimadas na Amazônia, a poluição da água é tida como um dos maiores problemas ambientais, causando danos ao planeta considerados desastrosos para a saúde humana. Em meio a esse contexto, o deputado federal Gil Cutrim obteve, nesta quarta-feira (18), avanço na tramitação de seu Projeto de Lei 3.291/2019, que propõe a criação do Programa de Proteção das Águas dos Rios Maranhenses. O texto, relatado pela deputada Silvia Cristina (PDT-RO), foi aprovado por unanimidade pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. Logo depois, Cutrim agradeceu aos membro do colegiado pela decisão e falou sobre a relevância da proposta apresentada, cujo objetivo é incentivar a proteção de recursos hídricos e criar condições favoráveis para que a reposição florestal se realize. “A falta de consciência ambiental compromete o futuro de todos nós. Temos que trabalhar para garantir a manutenção e evitar o assoreamento dos rios não só do Maranhão, mas de todo o Brasil. Eu peço essa atenção aos parlamentares para que possamos ter um olhar cirúrgico no que diz respeito ao cuidado dos rios do nosso país”, argumentou Cutrim. Pela proposta, o produtor rural em regime familiar que promover a reposição florestal e o desassoreamento dos rios poderá deduzir parte dos custos com essas ações do imposto de renda. A ação destes agricultores deve se basear na preservação e na recuperação de matas ciliares, nascentes, cursos de água, florestas e de áreas de refúgio para a fauna local. Ainda conforme a medida de Cutrim, os recursos para financiar as iniciativas previstas no programa virão do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA).222