Depressão e suicídio: dois tabus que precisam ser superados22

  • 11 de setembro de 2019
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Na última terça-feira (10), tivemos o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, no mês em que também é promovido o Setembro Amarelo, com o intuito de conscientizar a população sobre a gravidade do problema e ajudar a quem precisa. A data é de enorme importância para reforçar a necessidade de superarmos o tabu em volta deste assunto que deve, sim, ser discutido abertamente. O Brasil é o oitavo país com mais casos no mundo, onde já é considerada a segunda principal causa de morte entre jovens. Isso deve ser levado como um problema de saúde pública que demanda medidas urgentes e precisamos dar a relevância que o tema exige, tratar do assunto nas escolas e capacitar nossos profissionais para debater e prevenir o suicídio. A primeira medida preventiva deve ser, sem dúvidas, a educação. Quebrar o tabu e estimular o diálogo em busca de uma conscientização de todos acerca deste tema é essencial. A prevenção é a melhor forma de reverter essa situação, basta observarmos os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), os quais apontam que nove em cada dez mortes por suicídio podem ser evitadas. Outras pesquisas mostram também que o risco de suicídio é reduzido com a presença, por exemplo, de Centros de Atenção Psicossocial, os chamados CAPS. Isso mostra não só que políticas públicas podem ajudar a prevenir, como alerta para a urgência de investimentos nestes setores para a proteção das populações mais expostas. Muitas das vezes, a causa está ligada à depressão. Infelizmente, esta doença ainda não é vista com a seriedade que deveria por muitas pessoas, o que leva uma grande parcela a não se sentir à vontade para falar do assunto, fazendo com que muitos, inclusive, deixem até de buscar ajuda. Daí, mais uma vez, a necessidade da conscientização. Para chamar a atenção do Parlamento e de setores da sociedade para a questão, apresentei na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei (PL) 4712/19, com o objetivo de instituir o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Depressão, no dia 13 de Setembro. Na semana seguinte, dei entrada também no PL 4818/19, para a criação de Programa de Auxílio Psicológico a pessoas com depressão em todo o País. Com a dedicação de todos, poderemos ajudar aqueles que enfrentam esta silenciosa doença chamada depressão, que atinge mais de 11 milhões de famílias brasileiras. A vida é mais que preciosa e precisamos lutar por ela, sempre!222

Gil Cutrim propõe criação de programa de auxílio psicológico a pessoas com depressão22

  • 4 de setembro de 2019
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Pelo quinto ano, será celebrado no Brasil o Setembro Amarelo, data que reforça a necessidade de sensibilizar e conscientizar a sociedade acerca da prevenção ao suicídio, bem como o combate à depressão e outros problemas de saúde mental. Uma semana após apresentar um Projeto de Lei voltado a instituir o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Depressão, o deputado federal Gil Cutrim (PDT-MA) deu continuidade à causa ao apresentar, nesta terça-feira (3), o PL 4818/19, que propõe a criação do Programa de Auxílio Psicológico a pessoas com depressão em todo o País. Ao justificar o texto entregue à Câmara dos Deputados, o parlamentar ressaltou a necessidade de alertar e conscientizar a presença do Governo Federal através do Ministério da Saúde sobre a importância do investimento nos Estados e Municípios, pelo Programa proposto para o auxílio ao tratamento da população acometida com a depressão, causa indiscutível de incapacitação no mundo. “Este é um assunto que, infelizmente, ainda faz parte de um tabu na sociedade brasileira. A depressão pode pode levar a consequências trágicas, e por isso deve ser levado como um problema de saúde pública seríssimo que demanda medidas urgentes. Estimular o diálogo em busca de uma conscientização é essencial”, afirma Cutrim. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nove em cada dez mortes por suicídio podem ser evitadas. Outras pesquisas mostram também que o risco de suicídio é reduzido com a presença, por exemplo, de Centros de Atenção Psicossocial, os chamados CAPS. Para Gil Cutrim, isso mostra não só que políticas públicas podem ajudar a prevenir, como alerta para a urgência de investimentos nestes setores para a proteção das populações mais expostas. De acordo com o projeto, o atendimento psicológico propõe desenvolver uma rede de serviços de atendimento aos usuários que seja plural, com diferentes abordagens terapêuticas. “Com a dedicação de todos, poderemos ajudar aqueles que enfrentam esta silenciosa doença que atinge mais de 11 milhões de famílias brasileiras. Essa luta é de todos nós!”, defende o deputado.222