Gil Cutrim participa de homenagem do Senado à professora Terezinha Rêgo22

  • 24 de setembro de 2019
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O deputado federal Gil Cutrim (MA) participou, na tarde desta segunda-feira (23), da Sessão Especial do Senado em homenagem à professora Terezinha Rêgo. Especializada em fitoterapia, Terezinha de Jesus Almeida da Silva Rêgo foi reconhecida pelos serviços prestados à ciência e à população carente do Maranhão. A sessão foi presidida pelo autor do requerimento, senador Weverton Rocha (PDT-MA). Representando a bancada maranhense da Câmara dos Deputados, Gil Cutrim subiu à tribuna do Senado para parabenizar o senador Weverton Rocha pela homenagem e elogiar a professora por dedicar sua vida ao desenvolvimento da ciência e à população mais carente do Maranhão. "Quero reconhecer o grande serviço prestado ao nosso estado e ao nosso País, atingindo reconhecimento não tão somente pelo Brasil, mas pelo mundo. É muita alegria poder parabenizar esta grande pessoa que em seus estudos buscou avanços na medicina fitoterápica e ofereceu àqueles mais carentes a terem um acesso de tratamento adequado para sua saúde", prestigiou o parlamentar. A professora Terezinha tem 86 anos e atua como coordenadora do Herbário Ático Seabra da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), além de ser farmacêutica e fisioterapeuta do Maranhão. A professora cuida da população carente, com xaropes e tinturas fitoterápicas, tendo encontrado no princípio ativo da erva chamada “cabacinha” um aliado no combate à sinusite. Terezinha ainda é responsável pela criação do Projeto Farmácia Viva-Hortos Terapêuticos, coordenado pela Secretaria de Saúde do Maranhão. O projeto consiste no cultivo, conservação e utilização de plantas medicinais, mas também na produção de alguns tipos de plantas medicinais, usando como matriz as próprias plantas cultivadas. O programa faz parte das práticas integrativas do Sistema Único de Saúde (SUS).222

Maranhão ganhará presente com acordo de Alcântara22

  • 20 de setembro de 2019
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O projeto que trata do lançamento de satélites a partir da base de Alcântara, no Maranhão, o qual contém o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) assinado entre Brasil e Estados Unidos, é uma grande oportunidade para impulsionar o programa espacial brasileiro e oferecer investimentos que levem avanços socioeconômicos à região. O Maranhão ganhará um presente por, finalmente, ver funcionar de forma efetiva sua base, que perdeu mais de 20 anos de desenvolvimento, o que é inaceitável quando é almejada pelo mundo inteiro devido sua localização geográfica, considerada uma das melhores do mundo para lançar satélites. Também é importante levar em consideração que não há como negar que um acordo com os EUA, sendo este um país que domina a tecnologia no setor, não seja o melhor cenário do ponto de vista estratégico, econômico e social para o Brasil. A estrutura já existe e precisa ser utilizada de forma inteligente. Além da viabilidade comercial e de guardarmos as tecnologias norte-americanas utilizadas na base, temos a expectativa de que, nos próximos cinco anos, seja injetado na economia do estado um valor em torno de US$ 4 bilhões, o que vai movimentar a economia e, consequentemente, gerar empregos na região. O Brasil será colocado em outro patamar estratégico. O acordo trará progresso para a região e para o País, onde nunca teve um programa espacial bem aproveitado. Porém, toda mudança deve preservar a sustentabilidade. Alcântara é reconhecida oficialmente como um território étnico quilombola, protegido pela Constituição. É preciso haver respeito à população quilombola que vive na região e a preservação de sua cultura, bem como a geração de novas perspectivas. Parabenizo a bancada maranhense na Câmara dos Deputados por, desde o início, acompanhar de perto essa questão, com a intenção de tornar isso possível. Uma agenda que garanta o desenvolvimento do nosso Maranhão e de nossa Nação é, e sempre deverá ser, um compromisso de todos.222